sexta-feira, 30 de novembro de 2012

tipos de empresas estruturalista

A Teoria Estruturalista surgiu por volta da década de 1950 nos EUA e procurava combinar os pressupostos da Teoria Burocrática com as propostas da Teoria das Relações Humanas, ou seja, seu olhar compreendia tanto aspectos ligados aos processos, como também às pessoas.
O estruturalismo teve forte influência nas Ciências Sociais, como: Filosofia, Psicologia, Antropologia, Matemática e Linguística. Apresenta uma visão extremamente crítica da organização formal. Dentro de uma organização, todas as partes estão estruturadas (subordinadas umas às outras) de tal forma que alterações em qualquer uma delas implica rever o todo. É a teoria que se preocupa com o todo e com o relacionamento das partes na constituição do todo. A totalidade, a interdependência das partes e o fato de que o todo é maior do que a simples soma das partes são suas características básicas. Ela mostra a organização como um sistema aberto que se relaciona com o ambiente e com outras organizações.
Enquanto a Teoria Clássica caracteriza o “homo economicus” e a Teoria das Relações Humanas, "o homem social", a Teoria Estruturalista focaliza o "homem organizacional". A pessoa que desempenha diferentes papéis em várias organizações. Na sociedade de organizações, moderna e industrializada, refere-se à figura do homem organizacional que participa de várias organizações. As organizações sociais são consequência da necessidade que as pessoas têm de se relacionarem e juntarem-se a outras, com o propósito de poderem realizar seus objetivos. Dentro da organização social, as pessoas ocupam certos papéis. Papel significa um conjunto de comportamentos solicitados a uma pessoa; é a expectativa de desempenho por parte do grupo social e consequente internalização dos valores e normas que o grupo, explícita ou implicitamente, prescreve ao indivíduo. O papel prescrito para o indivíduo é reforçado pela sua própria motivação em desempenhá-lo eficazmente. Cada pessoa pertence a vários grupos e organizações e desempenha diversos papéis, ocupa muitas posições e suporta grande número de normas e regras diferentes.
A ideia básica do Estruturalismo é considerar a organização em todos os seus aspectos como uma só estrutura, fornecendo uma visão integrada da mesma: analisar as influências de aspectos externos sobre a organização, o impacto de seus próprios aspectos internos, as múltiplas relações que se estabelecem entre eles.

Os estruturalistas além de se preocupar com os fenômenos internos, também se preocupam com os fenômenos que ocorrem externamente nas organizações, mas que afetam os que ocorrem dentro delas, ou seja, os fenômenos internos. Assim, os estruturalistas se baseiam em uma abordagem de sistema aberto e utilizam o modelo natural de organização como base de seus estudos. A análise organizacional passa a ser feita através de uma abordagem múltipla, ou seja, através das análises intra-organizacional (fenômenos internos) e interorganizacional (fenômeos externos).


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